E então é chegado o dia que escolheram para forçar todos os homens, os cafajestes, principalmente, a lembrar o óbvio: que sem as mulheres seríamos um bando de anencéfalos, ignóbeis, asseclas em busca de um sentido.
Pobre do homem que jamais teve uma mulher como sentido de vida. Ama-la desproporcionadamente, assim, sem medida, sem medo. Quanta vida há no brilho dos olhos de uma mulher ao ouvir cada uma das sílabas, com todas as letras, de um "eu te amo" sincero, proferido pela boca do homem que ama, quando menos espera.
Pobre do homem que jamais amou e permitiu-se ser verdadeiramente amado por uma mulher, mesmo que por dias apenas, quiçá mesmo horas, pois que amar é o verbo mulher.
O homem, quando ama, ama com seu lado feminino. O masculino não sabe amar. E chego mesmo a pensar que acharam por bem escolher um só dia por não ser possível declarar como da mulher toda uma eternidade.
O que merecem!
Todo homem deveria fazer de sua vida um eterno altar de adoração a esses seres que se transmorfam nas figuras que mais amaremos na vida: namorada, noiva, esposa... MÃE!
Mãe! A mulher é mãe! Simples fato que nos leva a obrigação vital de rende-lhes graças, adorações, amor incondicional.
E eu, que já alheio ao processo amor-homem-mulher, por alguma desilusão passada, que não vale aqui o comento, permito-me confessar amor incondicional a todas as mulheres que vieram, as que ficaram e aquelas que ainda hão de vir dentro do espaço de minha vida.
Obrigado, mulheres de minha vida, por tudo, por nada, por serem como foram em mim!
08 de março de 2012